Resumo em uma frase: o Clarim não coleta, não armazena em servidores e não compartilha nenhum dado pessoal seu ou da sua criança.
Este documento explica isso em detalhe, incluindo o que sai do aparelho e o que não sai. Escrevemos em linguagem simples de propósito.
Somos o controlador dos dados, nos termos do art. 5º, VI da Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018). Como não tratamos dados pessoais, este papel é, na prática, o de responsável por manter a promessa acima.
O jogo precisa lembrar do progresso. Tudo isso é gravado apenas no armazenamento local do próprio aparelho e nunca é enviado para nós nem para terceiros:
O apelido é digitado livremente pela criança e não pedimos que seja o nome real. Recomendamos aos responsáveis que usem um apelido.
Chamamos atenção para o caderno e para os desenhos: é a criança escrevendo e desenhando com as próprias palavras, e é o conteúdo mais pessoal que o aplicativo guarda. Ele fica no aparelho como ficaria um caderno de papel na mochila — e, como o de papel, quem tem o aparelho tem o caderno.
O responsável pode salvar uma cópia em arquivo e abri-la em outro aparelho — é assim que a família troca de celular sem perder nada. Esse é o único momento em que os dados saem do aparelho, e quem manda é você: o arquivo é gravado onde você escolher e enviado por onde você quiser. Nada passa por nós, e não recebemos cópia.
O arquivo contém o caderno e os desenhos. Guarde-o com o mesmo cuidado que teria com o caderno de papel da criança. A senha do responsável nunca vai dentro dele.
Apagar o aplicativo, ou limpar os dados do navegador, apaga tudo isso definitivamente. Não temos cópia — nem do progresso, nem do caderno, nem dos arquivos que você salvar.
O aplicativo não faz nenhuma requisição a serviços de terceiros. As bandeiras e as fontes estão empacotadas dentro do próprio aplicativo. Não há CDN de imagens, não há Google Fonts, não há servidor de análise.
A única conexão existente é a que baixa o aplicativo na primeira vez que você o abre. Se você usa a versão web, ela vem do GitHub Pages, que — como qualquer servidor de internet — registra o endereço IP de quem acessa, conforme a política de privacidade do GitHub. Instalando o aplicativo na tela de início, ele passa a abrir do próprio aparelho.
Depois de instalado, o aplicativo ainda pode consultar o nosso servidor para saber se existe versão nova, quando houver internet. É uma conexão ao mesmo endereço de onde o aplicativo veio, nunca a terceiros — e sem ela você não receberia correção de erro nem jogo novo. Sem internet, ele simplesmente não consulta e continua funcionando.
Depois de instalado, o Clarim funciona inteiramente sem internet. Você pode deixar o celular em modo avião e jogar normalmente.
O Clarim é feito para crianças, e por isso adotamos a postura mais simples possível: não coletar nada. Isso nos coloca em conformidade com o art. 14 da LGPD, com a COPPA (Estados Unidos) e com o art. 8º do GDPR (União Europeia), já que não há dado pessoal de criança sendo tratado e, portanto, não há consentimento parental a ser obtido para tratamento algum.
Se no futuro criarmos uma conta opcional para sincronizar o progresso entre aparelhos, ela será de responsabilidade do adulto, ficará atrás de verificação parental, e esta política será atualizada antes do lançamento.
A LGPD garante ao titular os direitos de confirmação, acesso, correção, anonimização, portabilidade e eliminação dos dados (art. 18). Como não temos nenhum dado seu, não há o que acessar, corrigir ou pedir para excluir — a exclusão é imediata e está nas suas mãos: desinstale o aplicativo ou limpe os dados do navegador.
Ainda assim, se tiver qualquer dúvida ou quiser exercer algum direito, escreva para contato@elcamargo.com.br. Respondemos em até 15 dias.
O site é servido por HTTPS. Como não há servidor nosso guardando dados, não existe banco de dados a ser invadido nem vazamento possível de informações de usuários.
Se algo mudar, publicaremos a nova versão nesta mesma página, com data e número de versão atualizados. Mudanças relevantes serão avisadas dentro do aplicativo.
In one sentence: Clarim collects no personal data from you or your child, stores nothing on servers, and shares nothing with anyone.
The game remembers progress. All of it is written only to the device's local storage and is never sent to us or to anyone else:
The nickname is freely typed by the child and does not need to be a real name. We recommend that guardians use a nickname.
We single out the notebook and the drawings: that is the child writing and drawing in her own words, and it is the most personal content the app holds. It sits on the device the way a paper notebook sits in a schoolbag — and, like the paper one, whoever holds the device holds the notebook.
The guardian can save a copy to a file and open it on another device — that is how a family changes phones without losing anything. This is the only moment data leaves the device, and you are the one who moves it: the file is saved where you choose and sent however you choose. Nothing passes through us, and we receive no copy.
The file contains the notebook and the drawings. Keep it with the same care you would give the child's paper notebook. The guardian's passcode never travels inside it.
Deleting the app, or clearing browser data, erases all of it permanently. We hold no copy — not of the progress, not of the notebook, not of the files you save.
The app makes no third-party requests. Flags and fonts are bundled inside the app itself. There is no image CDN, no Google Fonts, no analytics server.
The only connection is the one that downloads the app the first time you open it. On the web version that comes from GitHub Pages, which — like any internet server — logs the visitor's IP address. Once installed to the home screen, the app opens from the device.
After installation the app may still ask our server whether a newer version exists, when there is internet. That is a connection to the same address the app came from, never to third parties — without it you would get no bug fixes and no new games. With no internet it simply does not ask, and keeps working.
After installation, Clarim works entirely offline. Put the phone in airplane mode and it plays normally.
Clarim is built for children, so we take the simplest possible stance: collect nothing. This keeps us aligned with COPPA (United States), GDPR Article 8 (European Union) and Brazil's LGPD Article 14, since no children's personal data is processed and therefore no parental consent is required for any processing.
If we ever add an optional account to sync progress across devices, it will belong to an adult, sit behind a parental gate, and this policy will be updated before launch.
Since we hold no data about you, there is nothing to access, correct or delete on our side. Deletion is immediate and in your hands: uninstall the app or clear browser data. Questions are welcome at contato@elcamargo.com.br; we reply within 15 days.
Any change will be published on this page with an updated date and version number. Significant changes will be announced inside the app.